A educação popular não é o único caminho a seguir, mas é uma trilha que nos leva a muitos outros caminhos e descobertas. Em nossas vidas somos feitos prisioneiros do tempo, do trabalho, da escola, já é hora de nos libertarmos dos preconceitos de que somos feitos e "aprendermos" que tudo o que vemos como "prisão" não passa de uma ficção criada pela sociedade atual, capitalista, onde o capital é maior que o humano. Não passa de uma visão individualista e consumista do mundo, onde tudo torna-se consumível e descartável, onde somos confundidos com as mercadorias e nos fazemos mercadorias. Já é hora de "aprendermos" que o aprendizado não está nas salas de aula, mas no mundo, no compartilhamento e troca entre os sujeitos do aprendizado: alunos, professores, trabalhadores, desempregados, camelôs, sem-tetos... que o mundo deve ser de todos e todas e se ainda há "prisioneiros", então não somos livres.