Greve da educação na próxima terça! Todos ao ato em solidariedade aos professores!


greve século passadoO Rio de Janeiro é um dos Estados que pior remunera os profissionais da educação no Brasil. Hoje um professor do Estado em início de carreira ganha, com os descontos, 540 reais, pouco mais que um salário mínimo, isso sem nenhum benefício, nem mesmo vale transporte! A última investida do Estado contra os professores da rede estadual foi o projeto de lei que prevê o corte do plano de carreira. O que é plano de carreira? Depois de cinco anos os professores tinham um reajuste de salário de 12 %. A idéia do Governo do Estado é baixar esse reajuste para 7,5 %. Fora isso, a gratificação do “Nova Escola”, promessa eleitoral do governador Sérgio Cabral não foi cumprida e o projeto prevê que o mesmo só será totalmente incorporado em 2015! (Já em outro governo!)

Diante desse quadro assombroso, os profisionais da educação vem se organizando para, ao menos, tentar manter suas conquistas históricas! Precisamos de todo o apoio possível, indivíduos, setores e movimentos sociais, é um momento crucial da nossa luta! Por isso convocamos a tod@s para a grande marcha em defesa da educação! Dia 8 de setembro, às 12 horas na Candelária, de onde partiremos para a ALERJ, onde está prevista a votação do projeto. Nesse dia também começa o início da nossa greve!

Filipe Proença, Gabriela Delgado e Eduardo Rodrigues (integrantes do Grupo Educação Popular, professores do Pré-Comunitário da Providência e profissionais da educação)

Notícias do SEPE:

Professores e funcionários têm feito vigílias quase diárias na ALERJ, com a presença maciça da categoria. O sindicato também vem negociando com os deputados a inclusão de emendas que defendam nossos direitos para que o PL não seja aprovado com o texto original, cujo teor é um verdadeiro ataque à educação pública. Assim, o sindicato solicitou aos deputados que votem nas emendas cujo teor garanta:


bandera21) A manutenção dos 12% entre os níveis;

2) A diminuição do prazo para a incorporação do Nova Escola – durante este governo;

3) A inclusão dos professores de 40 horas, dos Animadores Culturais e Funcionários Administrativos no Plano de Carreira;

4) A inclusão de mestrado e doutorado como níveis do Plano de Carreira;

5) A data-base para o funcionalismo.

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